Olhai os lírios do campo, eles morrem e apodrecem
Eu abro o sétimo selo sem cruz e sem credo, abaixo de tudo que jaz, mas tenhais o meu corpo e minh’alma e sejais acolhidos, infados queridos alados amados ou não, eu brinco e sinto e sonho, eu tão, e o cão desalmado de tantos desvãos, viagem sem rota ou rumo rumores de águas sem mágoas andando, arroto, cuspindo sem réguas nem léguas ou linhas ou guias, gurus, eu vous por tudo que é campo e rimo o que sois, vereis caso os sóis destes prados vierdes um dia a ver e comer nos meus pratos com vinhos e pinhos em piras pra pias lascívias, com dó sem o ló insosso, ainda que desça indigesto e vireis os rostos pra além destes textos sem cestos em sestros sem fados fatos adágios plágios sábios, pois eu sou o ser onde finda o enredo sem crença, o homem sem domo nem medo do fim onde sento e, se sento, o faço por bafo intrépido tétrico, enfrento com frêmito o fim sem começo, a sorte poente, pó e só, e dó sem o dó, ninguém pra semente, o vácuo do havido, o fim sem além e o aquém sem sentido…
Exúbero
1 Comentário »
Feed RSS para comentários sobre este post. URI de trackback
Deixe uma resposta
Blog no WordPress.com. | Tema: Pool até Borja Fernandez.
Entradas e comentários feeds.

Unquestionably believe that that you stated. Your favorite reason seemed to be on the web the easiest thing to be mindful of. I say to you, I definitely get annoyed while people think about worries that they plainly do not recognise about. You managed to hit the nail upon the highest and also defined out the entire thing with no need side-effects , folks could take a signal. Will likely be back to get more. Thank you
Comment by Submit your website— fevereiro 3, 2012 #